21 outubro, 2015

Pra Lembrar... Biografia: Iza Reis

Heeey!! No post com a última playlist da Iza, eu comentei que iria postar a biografia dela aqui no blog porque iria tirar da página de colaboradores, gostei o suficiente pra não deixar simplesmente desaparecer, amo ler biografias e é pensando nisso que decidi deixar a dela em forma de post aqui no blog. Então se você se identificar com alguma coisa, tem as redes sociais dela no fim do post! Big Beijos e até mais!!

Tenho 24 anos, moro em Ilhabela (SP), sou louca, indecisa, irritada, sensível, boba, meio idiota, e me chamam de estranha. Talvez por não confiar em todo mundo, não demonstrar sentimentos quando esses existem, talvez seja autoproteção, medo, vergonha... Sei lá, mas o fato é que fui criada em uma geração da qual acreditava em valores diferentes dos atuais, e vendo os espelhos dos outros tento apenas me proteger de sofrimentos desnecessários.
É eu sou meio romântica, embora não goste de ser, gosto de olhar olho no olho, de abraços apertados desses que aquece a alma, sabe?  Sou uma chorona, mas não choro na frente de qualquer um.  
Já passei por poucas e boas e talvez seja por isso, seja eu! Tal qual resultei de tudo, uma covarde guerreira.
Pra mim café, câmera, música, e gente que fala é simplesmente maravilhoso.
Tá tem mais algumas coisinhas que vou contar: O que eu não gosto.
Pessoas interesseiras, falsidade, pessoas que recriminam e julgam os outros, preconceito e fofoca. Esse tipo comigo: "Sem chance"!
Uma estranha que não agrada a todos, uma esquisita até você me conhecer de verdade. Gosto de ficar sozinha, costumo sorrir, sorrir sem estar feliz só pra amenizar a dor do coração que falta algo ou alguém. Costumo falar de amor sem esta amando, guardo tantas coisas dentro de mim, tantos sentimentos mal resolvidos... Acho difícil algo me cativar, me prender e por eu ser tão chata, acho tudo muito repetitivo.
Não sei dar sorrisinho forçado, nem falar com quem não gosto. Futilidade me cansa, amizade forçada, carinho exacerbado e todas essas obrigações também. É quase impossível achar alguém que prenda minha atenção e me faça ter vontade de conversar o tempo todo.
Minha lealdade e fidelidade não significa estar nas mãos de ninguém, é apenas um princípio por ainda acreditar no ser humano. Minhas promessas podem até ser infantis, mas não duvide delas e nem do meu amor. 
Sou exatamente explícita, cheia de fé e um coração fechado, mas com muita gente dentro. 




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