11 agosto, 2015

Como foi a transição capilar??

Heeey! Tudo bom com vocês??

Definitivamente, eu sou uma pessoa enrolada! Há quase três meses atrás quando eu fiz um post sobre meu Big Chop eu tinha mencionado que faria outro falando como  foi minha transição capilar e até hoje, esse post nunca surgiu! Bom, antes tarde do que nunca! Vou tentar não me estender muito, eu falo pacas!

Nesse post aqui eu contei como eu resolvi deixar meu cabelo natural, quem me incentivou... Então vai lá e você poderá se situar melhor na história!

Depois que eu resolvi que não iria mais usar químicas fiquei super feliz com os cachos surgindo, orgulho pra lá, orgulho pra cá... Até o 4º mês de transição! haha Nossa! Durante a transição inteira eu realmente não liguei para as duas texturas, não me importava mesmo, mas, a coisa pegava toda vez que eu tinha que lavar o cabelo. Que horror! Era sempre a mesma história: 3, 4 horas no banheiro pra lavar desembaraçar, hidratar... A pior parte era desembaraçar. Eu tenho o ombro direito deslocado e por isso não tenho muita força ou habilidade com o braço respectivo, eu tinha que virar contorcionista pra desembaraçar o cabelo e ainda ter o cuidado pra não ficar careca, vira de um lado vira de outro, nó aqui, nó ali. Às vezes eu me irritava e literalmente partia as mexas de cabelo que viravam nó. Isso aconteceu muito nos últimos 2 meses de transição

Outra coisa que tinha como resultado de desembaraçar era a quantidade absurda de cabelo que eu arrancava no pente grosso, acho que se eu tivesse juntado tudo daria um tapete. Lembro que uma vez pedi pra minha mãe desembaraçá-lo e nossa! Que arrependimento! No final tinha uma bola tão grande de cabelo na minha mão que eu pensei: Estou careca!

Eu passei a transição inteira usando coque com um franjão solto que cobria o lado esquerdo do meu rosto. Os grampos foram meu melhores aliados. Não tinha como disfarçar as duas texturas mas eu saia assim mesmo. Fiz texturização com bigudinho umas três vezes entre fevereiro e março (na foto do meu passaporte eu estou com o cabelo texturizado, isso foi em março), depois não quis mais, dava trabalho fazer cosplay de Dona Florinda! hahaha

Não tive muita resposta negativa dos outros, as que tive foram de dentro de casa sabe. "Vixe que bucha", "Alisa isso", "Vai deixar assim?". Juntava minha mãe e meus irmãos pra dizer isso volta e meia. Minhas irmãs entendiam e nunca falavam nada então era tranquilo. Minha mãe, meus irmãos e agora meu pai, vivem com os mesmos argumentos "Que cabelo feio!", "Alisa de novo", "Se chover não molha" minha resposta é sempre a mesma: "O cabelo é meu e eu faço com ele o que eu quiser!"

A única coisa que fazia era hidratação no cabelo mais nada, vivia preso e eu tinha muita preguiça de pentear. Minha transição se resumiu a isso, tanto que eu não continuei fazendo diário de transição porque não tinha o que falar. Eu quase nunca saio porque sou bem caseira e acredito que isso me ajudou muito na transição não tinha quase ninguém pra dar palpite!

Depois que eu cortei o cabelo me sinto bem mais feliz e confortável, mesmo que algumas pessoas na família não gostem, eu me sinto ótima e ninguém me enche tanto a paciência.
Eu não tive muita coisa pra falar sobre os quase 8 meses de transição, mas sempre que eu puder trago um post novo sobre cabelos aqui pro blog!

Por hoje é isso, beeeijos e até amanhã!

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