28 agosto, 2015

Avaliação de Nós Mesmos

Heeey pessoas, tudo bem com vocês?!!!

Eu sentei aqui pra jogar conversa fora! É, eu faço isso sempre, mas quando estou em casa sozinha conversando comigo mesma! (Me julguem, eu sou louca! haha) Esses últimos dois dias estive e ainda estou sozinha em casa, meus pais fugiram (brinks, foram pra roça) e quando eu fico sozinha me sinto tão bem... Parece que é o momento mais intelectual que eu poderia ter, porque eu começo a falar como eu vejo as situações ao meu redor, como eu poderia lidar com o tipo de personalidade estranha que eu tenho ou como planejar um pedido de desculpas que remeta lembranças.

Tudo isso, me ajuda a olhar para frente e ao mesmo tempo perceber o quanto eu evolui em determinado espaço de tempo. Eu gosto de ver como as coisas fluem comigo enquanto estou simplesmente arrumando a casa ou lavando a louça. Todo esse tipo de pensamento deveria ser gravado em algum lugar para que eu pudesse lembrar sempre de como a mente é extraordinária e que ficar sozinho possibilita não só um descanso do mundo, mas a avaliação minuciosa de mim ou de nós mesmos.

Eu costumo fazer planos e projetos que provavelmente demorarão anos para que eu os cumpra, porque nos momentos em que penso neles eu estou super cheia de vontades e com adrenalina suficiente pra fazer no exato momento. A questão, é que planos exigem roteiros e muito provavelmente uma lista de itens para comprar ou fazer antes de realizar qualquer coisa. E aí, que começa o círculo vicioso do deixa pra amanhã, semana que vem, mês que vem... Isso detona com qualquer expectativa de cumprir tudo em curto prazo.

É feio, é vicioso e eu não deveria adiar tanto todos os planos grandes ou pequenos. Agora que falei sobre isso, acabei de me lembrar que eu consegui adiar uma viagem para quase 1 ano depois da data inicial. (Feio Patrícia, muito feio!) Mesmo que a viagem tenha sido adiada pelas circunstancias (problemas com dinheiro, documentos, prazos, estudos...) a última vez que adiei essa viagem, sinto que foi pelo motivo que me daria segurança, um plano B o que não me fez uma pessoa frustrada e essa diferença é a que me faz perceber o quanto eu mudei e o quanto estou mais sensata. Não que os outros motivos não tenham sido válidos, mas houveram influência da família.

A quantidade de coisas que um dia sozinha em casa me possibilita é muito grande e é algo para se dar atenção porque essa é a parte em que eu percebo o quanto tudo pode mudar e não é só relacionado a mim, é um tipo de pensamento diferente e que deixa uma lição de tempos em tempos.

Não sei se existe a capacidade de compreender tudo e nem acredito que se possa realmente fazê-lo, mas, um pedaço é parte suficiente pra quem quer pelo menos começar a avaliar detalhes que te cativam ou momentos que deixam marcas boas ou ruins, pessoais ou não.

É muito importante parar para analisar como as coisas andam, vivemos tanto no automático que não percebemos nada além da monótona vida de acordar todos os dias e dar sempre os mesmos passos, mas com segundos de diferença. O que eu quero dizer, é que não dá pra ficar vivendo numa bolha e também não dá pra viver querendo pegar sempre o primeiro trem que passa.

Apaixone-se por cada pequeno e grande momento, avalie sua forma de pensar e também a das pessoas ao seu redor, viva como quer viver...! Ninguém deve se enterrar em uma montanha de problemas pela possiblidade de ser mais fácil.

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